segunda-feira, 5 de março de 2012

Cena Pública

Dono por várias vezes deu a deixa, que na próxima oportunidade, faríamos uma cena pública por minha vez, me fazia de desentendida.

O dia chegou, nenhum comentário antes aconteceu. Posicionaram o cavalete, sentada eu estava e continuei até receber a ordem do Dono de me direcionar até Ele.
Não tive tempo de argumentar Ele simplesmente me beijou, coloquei-me em posição de entrega,  pegou forte em meus cabelos e ordenou que eu subisse no cavalete.
Primeiro as carícias, e logo o primeiro tapa na bunda, Meu Senhor tem a mão pesada e alvo certeiro, eu estava com muita vergonha pela posição que eu me encontrava, sabendo que as pessoas ao meu redor observava aquela cena, e todos atentos por ser a minha primeira na frete de todos. Decidi então ficar quietinha, sinceramente não sei quantos tapas aguentei sem nenhum movimento, choramingo ou gemido de dor, quis parecer forte, mas não aguentei por muito tempo. Foi uma mistura de prazer e de dor, confesso que o que mais me exita é poder satisfazer o meu Dono. A cada sequencia de tapas Ele me acariciava de um jeito que só ele sabe me tocar e perguntava se estava tudo tranquilo, não queria dar o braço a torcer, então nervosa eu começava a rir e mais tapas vinham na sequência. Dono satisfeito por hora, permitiu que eu saísse do cavalete e finalizamos a nossa participação.

Não consegui contar e ainda bem que o Dono tb não perguntou, mas uma querida amiga atenta na cena me disse que foram 53 tapas bem servidos.

Sentamos para assistir as outras cenas, onde em uma delas apanhava uma masoca de verdade, finalizada esta cena estava eu curiando os brinquedinhos do Dono desta masoca, me interessei por uma chibatinha peguei para ver de perto e fiz um cometário que nem me recordo direito, foi onde constatei que realmente a Sub morre pela boca... foram só 6 golpes mas deu para deixar umas marquinhas. rs

Assim foi minha primeira cena em público, onde me senti presa e ao mesmo tempo livre. Pude ter o prazer de  me entregar ao Dono, sem medo do que pudesse acontecer, senti uma emoção forte, um sentimento intenso indescritível, uma vontade de ir mais além. Me peguei por vários momentos fechando os olhos sentindo apenas o Seu toque, me encontrava em êxtase não senti exatamente todos os golpes que levei, não consigo entender tão pouco explicar a emoção sentida naquele momento.

No fim recebi elogios de todos presentes, logo penso que foi uma boa cena. Fiquei muito orgulhosa de mim!

Obrigada meu Senhor pela oportunidade, estarei sempre aberta para novos desafios ao lado do Senhor.

Te amo